quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Hell Divine Nº 21: Nova edição da revista está online!


Demorou, mas saiu! A vigésima primeira edição da revista online HELL DIVINE já está disponível, trazendo como matéria de capa a banda EXODUS!

Confira as demais entrevistas:

TUATHA DE DANANN
NERVOSA
HATEFULMURDER
EVERY MAN IS AN ISLAND
VULTURE
SEMBLANT
FATES PROPHECY
DANIEL MOSCARDINI (CORAL DE ESPÍRITOS)

Ao todo são 60 páginas, contendo diversas colunas, além de resenhas de CDs, DVDs e shows. A revista está disponibilizada em formato PDF, mas, pode ser visualizada na tela sem necessidade de download. Para fazer o download gratuito da revista, acesse o link informado abaixo.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Review: Innvein - Timeless


Por Leandro Fernandes

Abram seus olhos para o Metal que vem sendo feito em nossos países vizinhos! Depois da surpreendente banda Climatic Terra, somos mais uma vez presenteados com uma excelente e magnifica banda argentina! O Innvein consegue mesclar um Prog Metal bem original com pitadas de Symphonic e Power Metal, bem interessantes! "Timeless" é o nome do álbum que pode, e deve, colocar a banda entre as grandes do continente sul americano (e por que não do mundo). Os caras deram vida a um trabalho que poucas bandas hoje conseguem, uma riqueza e variação em um estilo que, se não souber como usá-lo, se torna chato e obsoleto, fazendo com que a banda se torne apenas mais uma entre tantas. O nível de perfeição encontrado em cada músico aqui é de ser aplaudido de pé. Quem realmente chama a atenção são teclados, sem exageros e firulas, os arranjos são bem ajustados e se tornam um belo atrativo. As guitarras também dão um show a parte com solos e riffs bem alinhados, com um peso sob medida. A cozinha, setor que precisa realmente mostrar um bom serviço, não deixa a desejar, as escalas de baixo e marcações são de pura perfeição e a bateria (bastante exigida em todo o disco) consegue facilmente dar conta do recado. São oito músicas que arrepiam os cabelos a cada nota executada! O vocalista e guitarrista Ignacio Rodriguez impõe uma voz firme com um belo timbre e agudos realmente chamativos, tanto que o cartão de visitas “Blackout” - faixa que inicia essa obra prima - mostra como é fazer uma mescla Prog/Power de respeito. “Poisoned” dá sequência com um belo trabalho de bateria e teclados, gerando um clima sombrio em certas passagens da música, destaque para o refrão marcante. A faixa título “Timeless” é densa e bem completa, pois todos os instrumentos se destacam e o vocal mostra realmente grande potência. Com uma levada completamente Prog, “Innocence Lost” mostra uma grande influência do Dream Theater, até na imposição da voz, como canta esse "hermano"! Com um peso mais poroso, “Dead Flowers” tem excelentes passagens de teclado e riffs empolgantes, destacando também uma ótima sincronia com os backings vocals. “Crimson Sunset” trás uma atmosfera diferente, pois se trata de uma música instrumental e curta, apenas violões e teclados. Pode-se dizer que é uma introdução para a belíssima “Dust and Oblivion” que, com quase nove minutos, é o grande destaque do disco pelo simples fato de mostrar toda experiência e talento do grupo - certamente será indispensável em apresentações ao vivo. Encerrando o disco com uma pegada bem Power, “Withering Rose” te leva a sentir cada segundo apresentado, fechando o disco de maneira honrosa. O Innvein está sim preparado para grandes apresentações e se mantiver esse grande nível apresentado aqui, ganhará um público sedento e fiel. Nota: 10


Timeless - InnVein
(Independente – Argentina)

1. Blackout
2. Poisoned
3. Timeless
4. Innocence Lost
5. Dead Flowers
6. Crimson Sunset
7. Dust And Oblivion
8. Withering Rose


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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Review: Dune Hill - White Sand


Por Leandro Fernandes

O quinteto pernambucano lança seu primeiro debut, “White Sand”, e já demonstra uma boa qualidade, tanto técnica quanto melódica. Com seu Hard Rock pomposo e nuances de AOR, a banda faz um trabalho digno, desde a capa que é uma arte interessante até a parte instrumental, pecando um pouco nas linhas vocais de Leonardo Trevas, que se encontra um pouco mais alta - fato que não compromete tanto o disco. A parte instrumental mostra um som atual e bem feito, com riffs bem encaixados e precisos, as partes de solos também são de extrema técnica e qualidade. Desenhando bem o setor baixo e bateria, a famosa cozinha, essa já se mostra bem básica, mas os membros detêm grande poder para arriscar e inovar mais, talento tem de sobra. São onze músicas e uma introdução, “White Sand (Part I)” que logo emenda com “Big Bang”, muito bem trabalhada na parte de guitarras e, como já citado sobre os vocais, Leonardo não decepciona e mostra um bom trabalho. “Miracles” e “Perfect Fire” são do mais puro Hard, pois mostram serem as duas com refrões mais grudentos do disco, coisa típica e muito legal no estilo. Uma música instigante e marcante é “Seasons”, mostra um ponto alto da banda no disco, pois esta é bastante minuciosa, consiste em excelentes mudanças de atmosferas, ótima música. Outra a se destacar também é “Heroes” que segue a mesma linha da última citada e “Lamb of Gold” que é uma canção diferente das demais, mas seguindo a mesma linha sem se perder. Dune Hill é uma banda que promete sim ser grande, pois o disco é bom e bastante variado. Fazendo alguns pequenos ajustes, certamente a banda irá lançar alcançar vôos mais altos, mostrando que o nordeste é rico dentro do cenário Rock/Metal do país. Nota: 8,5


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Review: Bones In Traction - ...In The Dock...


Por Pedro Humangous


Abram bem os olhos e ouvidos para o Metal feito no nordeste brasileiro! A região vem apresentando excelentes bandas nos últimos anos, com ótima produção (tanto visual quanto musical) e um apoio de selos locais – como é o caso da Rising Records. Ainda não tinha ouvido falar da banda de Mossoró/RN, Bones In Traction, mas a surpresa com o primeiro contato foi incrível! Em seu primeiro trabalho oficial, o grupo formado por Plínio Marcos (vocal), Vinícius Martins (guitarra), Quintino Neto (guitarra), Vicente Andrade (bateria) e Thiago Costa (bateria), já demonstra grande profissionalismo e um som de primeira! Um Thrash Metal moderno, agressivo, diversificado e repleto de Groove – as vezes com uma leve pitada de Doom. “...In The Dock...” é curto, mas insanamente impactante! O EP conta com seis faixas muito interessantes, com ótimas ideias na composição, sabendo dosar bem a velocidade e a cadência, acertando em cheios nos timbres das guitarras, baixo e bateria. A qualidade de gravação está ótima e a mixagem soube aproveitar muito bem cada instrumento. O vocal é cavernoso, mais puxado para o Death Metal, e combina perfeitamente com o instrumental – poderia talvez diversificar um pouco mais, apostando no gutural sendo misturado ao rasgado. As músicas são todas viciantes e tem como fio condutor as manifestações de rua que aconteceram há pouco tempo em nosso país – em vários momentos eles usam o áudio dessas pessoas gritando no meio das músicas (como em “God Bless” e “Hell To The King”) deixando tudo ainda mais interessante.  Destaques para “Grain By Grain”, que mistura as letras em inglês e português, e a pedrada “Modern Man”, que fecha brilhantemente o trabalho. Grata surpresa, audição mais que obrigatória! Se continuarem nesse ritmo, certamente irão figurar entre os grandes nomes do Metal nacional! Nota: 9,0

Tracklist:
01-God Bless
02-Grain by Grain
03-Hell to The King
04-Rubber Bullet
05-Depression
06-Modern Man

Contatos:

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Review: Rider - Streets of Nowhere


Por Leandro Fernandes

É sempre bom ver bandas investindo no tradicional Heavy Metal da década de 80 e o Rider (isso, somente Rider) entrou investindo muito bem nesse ideal. O EP traz quatro faixas interessantes, mostrando, desde a capa aos acordes, um som realmente saudosista e empolgante. As músicas são de fácil agrado e mostram uma banda com bastante pegada e energia, coisa que sempre precisa andar lado a lado em bandas do gênero. Dois grandes pontos a se destacar é o belo trabalho do vocalista César Caçador, que impõe de maneira cativante seu modo de cantar e também as guitarras de Luke e Fernando, que criam excelentes riffs e mostram um entrosamento bastante técnico e preciso. Abrindo o disco com “Power of Thunder” a banda já mostra sua força logo de cara, uma música com belos riffs e um um trabalho de cozinha muito aperfeiçoado, grande destaque para o baixo mostrando excelentes linhas e rápidas escalas. “Child In The Night” continua com uma “riferama” sem fim e bem acentuado, se trata de uma música mais cadenciada e porosa. Na faixa que intitula o disco, “Streets Of Nowhere”, podemos destacar a qualidade dos solos que são realmente bons e o refrão grudento e agradável. Encerrando o disco com “Flight Of The Phoenix”, música que cairá fácil no gosto da galera, a banda mostra um som direto e sem firulas, com sua identidade longe de modismos e tem sim uma grande carreira pela frente, pois existem grandes amantes e fiéis ao estilo. Nota: 8,0


Formação:
César Caçador - Vocals
Klébio Lonewolf - Baixo
Luke D. Couto - Guitarra
Fernando Steelbones - Guitarra
Victor Oliveira - Bateria

Contato: 

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Review: Endless Brutality - Tormented Minds


Por Leandro Fernandes


Oriunda de Assú (RN), o Endless Brutality desponta no nordeste brasileiro com grandes chances de ser bem conhecida no underground nacional. Os caras fazem um som Thrash com pegadas Death Metal, nota-se influências de bandas como Possessed, Venom, Hellhammer. O trabalho feito é bastante simples, mas é possível ver a determinação e a vontade de fazer um bom som para o público. Aqui se encontra cinco faixas com bastante peso e agressividade, com riffs secos e rápidos. A bateria em certos momentos é um pouco abafada pela guitarra, mas o trabalho com as baquetas é rápido e bem feito. O baixo pode ser escutado em alguns momentos, fato que poderá ser acertado facilmente, deixando a cozinha um pouco apagada, mas nada que comprometa o trabalho do trio. Dando início às “pedradas”, “Materialistic Parasites” entra com um riff cavernoso e cru emendado de uma potente bateria e o vocal com uma pegada mais Death old school é bastante interessante. “The Fall of Empire” mostra ser mais madura e continua dando bastante ênfase aos riffs de Disintegrator (guitarrista), fato que continua de uma maneira um pouco mais macabra em “Tormented Minds” que batiza o disco com mesmo nome. “The Final Butchery” e “Insanity” encerram o disco, mostrando uma enorme força de vontade dos caras em fazer um som realmente brutal. A arte da capa ficou interessante e chamativa só precisam melhorar no quesito qualidade que deixou um pouco a desejar, mas o trabalho é bom e recomendado para que aprecia um lance old school. Nota: 7,0


Claustrofobia: banda revela capa de 1º DVD da carreira

O grupo revelou, em sua página oficial no Facebook, a capa de “Visceral”, tão aguardado primeiro DVD em 20 anos de carreira.


Todo design foi idealizado por Alex Spike, que também ficou responsável pela artwork do CD “PESTE”. A ilustração é uma espécie de continuação dos dois trabalhos, trazendo a criatura de frente, encarando, olho no olho, deixando bem evidente a sede que Marcus D´Angelo (vocal/guitarra), Alexandre de Orio (guitarra), Daniel Bonfogo (baixo) e Caio D´Angelo (bateria) tem pela vitória.

Este DVD, produzido e editado pelo Studio Kaiowas, é uma espécie de compilação de toda a trajetória da banda até os dias de hoje, reunindo uma enorme gama de cenas das principais apresentações e jamais divulgadas durante todo este tempo.

Uma parte do conteúdo será composta pelo show no PESTE FEST, gravado e mixado pelo renomado Ciero (Da Tribo Studios), videoclipes e a histórica performance no Street Rock (2005). O quarteto deve divulgar mais informações sobre este lançamento nos próximos dias. Paralelamente, o quarteto também está trabalhando na pós-produção de um disco de inéditas, que foi gravado no Norcal Studios, em São Paulo. Durante duas semanas, os músicos ficaram trancafiados na companhia do renomado produtor inglês Russ Russel, famoso por já ter trabalhado ao lado de nomes como Napalm Death, Dimmu Borgir, Exploited, Lock Up, New Model Army, entre outros. Ele veio exclusivamente ao país para atender aos músicos e agora vai mixar e masterizar todas as músicas na Inglaterra. Este trabalho ainda não tem previsão de lançamento.

Contatos: contato@claustrofobia.com.br



Fonte: The Ultimate Music

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Dissidium: banda anuncia nova formação e gravação de álbum


A banda Dissidium está com nova formação e prestes a divulgar seu mais recente projeto musical. Esta nova fase criativa do grupo, além de contar com os veteranos Alex Souldealer Abrantes (Guitarra e Vocais), Eduardo Amorim (Bateria) e Hálamo Reis (Guitarra e Vocais), é marcada pelo retorno do vocalista Williard Scorpion (Alba Savage, ex-Medicine Death), que gravou com o grupo o EP “Danse Macabre” (2009), e também pela adição de um novo integrante, Wilhelm Hansen (Teclado, Efeitos Sonoros e Guitarra), experiente músico da cena underground paraibana, que tem em seu currículo bandas como Alba Savage, Bona Dea, Star 61, Carcinoma e Medicine Death. 

Nesse ínterim a banda se dedica à conclusão da arte gráfica e o estabelecimento de parcerias (produtoras, gravadoras, selos, distros, etc.) que possam viabilizar o lançamento e a distribuição do novo material. Interessados nessa parceria podem entrar em contato por um dos canais indicados abaixo. Em breve serão divulgados mais detalhes sobre a temática da obra e seu lançamento.

PARA MAIS INFORMAÇÕES:
www.dissidium.com
www.facebook.com/dissidiumband
Twitter: @dissidium
E-mail: info@dissidium.com

Exodus: novo álbum debutando nas paradas do mundo todo


O novo álbum ‘Blood In, Blood Out’, da lenda Thrash da Bay Area EXODUS, acaba de estrear em várias listas de venda pelo mundo todo!

‘Blood In, Blood Out’ entrou nas paradas alemãs na posição # 29 e estreou na Billboard Top 200 dos EUA em uma incrível posição # 38, fato raro em se tratando de bandas mais extremas!


Além disso, o disco entrou em vários charts internacionais pela primeira vez na história, entre eles o Reino Unido, França, Finlândia, Holanda e República Checa. Aqui estão todas as posições nas paradas EXODUS atingiu até agora:


Alemanha: # 29
Finlândia: # 30
Suíça: # 30
EUA: # 38 (Billboard Hard Music Album: #2, Billboard Top Independent Album: #6)
Áustria: # 38
República Checa: # 38
Reino Unido: # 72
França: # 75
Holanda: # 85
Canadá: # 101 (Top Hard Album: #6, Top Current Albums: #86)
Bélgica: # 125 (Vlaandern # 130, Wallonie # 82)

No Brasil, ‘Blood In, Blood Out’ será lançado pela Nuclear Blast Brasil até meados de novembro. O álbum marca a volta do lendário vocalista Steve Zetro Souza e foi produzido pelo mago Andy Sneap (Accept, Kreator, Megadeth).


Foram disponibilizados dois lyric vídeos, inclusive com a música que conta com a participação de Kirk Hammett (Metallica), ‘Salt The Wound’, confira:

https://www.youtube.com/watch?v=CMs9yNlBp4c

https://www.youtube.com/watch?v=pfu94oJ1so8


Lojistas interessados em receber o catálogo da Nuclear Blast Brasil entrem em contato pelo e-mail: nuclearblastbrasil@mti-enter.com

Heavy And Hell Press & Chama Vídeo Independente: Quer ganhar um videoclipe de graça?


É isso mesmo, a Heavy And Hell Press em parceria com a Chama Vídeo Independente irá dar a sua banda um videoclipe inteiramente grátis!

Mas como isso irá funcionar? De uma maneira muito simples onde os responsáveis por cada parte irão se reunir e decidir qual banda ou músico premiar. Onde alguns pontos são levados em consideração como:

*A banda/músico não ter nenhum vídeo
*Sua participação na cena se é ativa ou não
*O clipe consiste nas filmagens, questões de local, infra-instrutora ou até mesmo equipamentos ficam a critério de cada banda ou músico.

Um clipe hoje em dia bem produzido é uma grande oportunidade de divulgação, pois como vivemos em uma era digital, as divulgações visuais estão em alta e trazendo grandes retornos a bandas, mídias e etc.

Então você banda/músico fique esperto, pois a qualquer momento estaremos entrando em contato!


Conheça mais a Chama Vídeo Independente:

Cavalera Conspiracy: novo álbum será lançado no Brasil

Mais uma bela notícia para os colecionadores brasileiros! O novo álbum do Cavalera Conspiracy será lançado no Brasil pela Voice!


O lançamento será feito em parceria com o selo Red Star Records. A versão brasileira contará com duas bônus exclusivas e será em formato digipack!

Este é o terceiro trabalho dos irmãos Max e Iggor Cavalera desde que se reuniram após suas saídas do Sepultura. Mais uma vez a dupla busca um som visceral misturando todas as suas influências trazendo músicas diretamente da velha escola extrema com o groove característico, marca registrada dos irmãos.


Uma música do álbum foi apresentada:
https://soundcloud.com/napalmrecords/cavalera-conspiracy-bonzai-kamakazi/s-RA3FI

Um videoclipe para a música ‘Babylonian Pandemonium’ com imagens gravadas no Brasil foi também disponibilizado:




‘Pandemonium’ estará disponível no Brasil no final de novembro. Este e outros lançamentos da VOICE MUSIC podem ser comprados nas melhores lojas especializadas do Brasil. Lojistas podem entrar em contato com a Voice Music pelo e-mail: vendas@voicemusic.com.br

Review: Warburst Command - Barbarian, Conqueror


Por Leandro Fernandes

Interessante como bandas do Nordeste do país investem em um som pesado. Os caras procuram sempre trabalhar em um lance mais old school e conseguem fazer isso com muita facilidade e responsabilidade. “Warburst Command” entra nessa pegada com um som bastante original, mesclando o Black, Speed e Thrash Metal. Em três músicas a banda consegue fazer essa mistura sem se perder, deixando o som macabro e sombrio ao mesmo tempo. A proposta aqui é direta e sem muito tempo a perder. O trio destila muita raiva e agressividade nesse EP, riffs crus e cavernosos, um baixo super veloz (mas infelizmente se escuta pouco) e uma bateria com uma pegada bastante Thrash, dão vida esse pequeno disco, que é matador. Abrindo os portões, “Barbarian, Conqueror” mostra um som pesado e cru, Prometheus (vocal/guitarra) trabalha em um timbre de voz bastante agressivo e “rasgado”, criando também bons riffs cadenciados, arriscando alguns agudos durante a música. “To Achieve Victory” é rápida e empolgante, garantia de grandes rodas de mosh nos shows. “Throne of Skulls” também é rápida, mas sua pegada é um pouco mais cadenciada e é um “tapa na orelha”, pois é uma música curta e intensa. A banda já pode preparar um debut, pois se encontram preparados para criar um disco bom e de qualidade. Nota: 8,0


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