quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Review: Dimmu Borgir – Abrahadabra


Banda: Dimmu Borgir
Álbum: “Abrahadabra”
Selo: Nuclear Blast
Ano: 2010
Website: www.myspace.com/dimmuborgir


Bombástico. Se tivesse que resumir esse novo álbum dos noruegueses do Dimmu Borgir, certamente essa seria a palavra. O fato é que após a saída do tecladista Mustis e do baixista ICS Vortex, aumentaram e muito as expectativas para este álbum. Na opinião de quem vos escreve, essa expectativa foi alcançada com êxito e diria com sobras. Após uma belíssima introdução, temos a primeira faixa do disco, chamada “Born Treacherous” e que brilhantemente coloca o extremismo e a beleza das orquestrações lado a lado. A seguir, temos a faixa “Gateways”, liberada antecipadamente como single. A diferença aqui é a vocalista convidada, Agnete Kjølsrud, que faz uma participação, eu diria, inusitada. As faixas seguintes “Chess With The Abyss”, “Dimmu Borgir” e “Ritualist” mantêm o excelente padrão e pegada, deixando a audição cada vez mais interessante. Logo após essa sequência de tirar o fôlego, temos a “The Demiurge Molecule” que é uma das melhores na minha opinião. Consegue unir com maestria todos os elementos que caracterizaram o Dimmu Borgir como uma grande banda. Para finalizar temos as ótimas faixas “A Jewel Traced Through Coal”, “Renewal”, e fechando com chave de ouro, “Endings And Continuations”, uma espécie de volta ao início do álbum. Não podemos esquecer de mencionar a incrível arte da capa criada pelo artista Joachim Luetke. O disco todo é recheado de passagens orquestradas, épicas e sinfônicas, viradas incessantes de bateria, guitarras e baixo bem trabalhados e o vocal inconfundível de Sagrath, que apesar da utilização de efeitos na voz, não tira o brilho do belo trabalho aqui apresentado. De Black Metal mesmo, o Dimmu Borgir mantém somente a temática das letras, as vestimentas e pinturas faciais. A banda toma um novo rumo em sua sonoridade e cria uma nova vertente para o estilo. Se o futuro do Black Metal caminha pra esse lado, é nele que quero seguir. E você?
Tracklist:
01. Xibir
02. Born Treacherous
03. Gateways
04. Chess With The Abyss
05. Dimmu Borgir
06. Ritualist
07. The Demiurge Molecule
08. A Jewel Traced Through Coal
09. Renewal
10. Endings And Continuations
11. Gateways (Orchestral) (Bonus Track)
12. Perfect Strangers (Deep Purple cover) (Bonus Track)

2 comentários:

  1. Esse álbum é muito ruim, sem sal, muita técnica, muita instrumentação mas as composições foram completamente sem empolgação, nada se encaixa. Tu certamente tem uma admiração pela saga Dimmu Borgir, porque esse álbum é chato demais.

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  2. Esse álbum é o melhor da carreira deles. Sem mais.

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